quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Vista

Do meu ponto de vista vejo de longe a sua vista
E quem me dera poder ver sempre
O sol se pondo com tantas cores
Me nego a acreditar que tanta gente ignora essa vista
Corra atrás das belas artes, desfrute, invista.

Atillas Felipe Pires
28/08/2013

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Hoje comprei um novo livro Ontem terminei meu ultimo livro Páginas amarelas das escritas de um bêbado amoral Estou pensando em me transformar Mudar o jeito do meu convívio Quem sabe um pouco mais de leitura de jornal Sem me cansar jamais Das notícias de um país de senso tão banal Não me alimento das mazelas do inimigo Repito comigo: Livrai-me de todo o mal Eu tenho em minha janela um apanhador de sonhos Eu tenho em meu travesseiro uma linha de metas Alimento todas as manhãs meu sonhos Não tente, faça! E quando paro para pensar, me vêm fatos medonhos De fracassos tão próximo e tão distantes Repito comigo: Tenho corações em mil estantes Hoje eu acordei com um milhão de anjos ao meu redor Direitos e Esquerdos, luta transcendental Diárias escolhas entre o que se deve ou não fazer Não tente, faça! E eu me volto ao estilo do cara tão sentimental Se aproxime um pouco mais Me apaixono por mim, e te faço ficar sem graça Eis aqui, mais uma peça para o varal Eis aqui, mais uma vida em derradeira desgraça Prazer, essa é minha graça Prazer, essa é minha graça. 16/08/2013

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Mudanças radicais quase sem alterações!

Nessas mal escritas linhas
Fruto de uma mente que não traz nada além do que mente
Nessas mal escritas palavras
Que nada mais são, do que vento espatifando o cristal do amor no tapete da sala
De um ser que trás consigo as lembranças de uma vida inteira
De toda uma vida que nem começou
Do retrato com sombra e sem cor, que sem querer
Da parede do seu quarto caiu, se espatifou

Desse prologo épico de um passado exuberantemente
Olhar clínico pensamento matemático
Seres não condizentes com o órgão pulsante
De quem sofre e mente, e quando se vêem sofre a mente
Coração liberto, filme mal estrelado sem fim
E por mais uma vez, vinde a mim
Escondendo-nos desse véu
Desses flashes que nunca somem, nunca têm fim

E eu estou em mim
Assim como estou no trilho daquele trem sem volta
Carrego na minha bagagem tudo que vivi
Um livro amarelo, uma garrafa de vinho
Tenho comigo um beijo e todas as propagandas que pelo caminho eu li
Eu tenho meus fones: “...o dia esta amanhecendo e eu não vou beijar seus lábios quando você se for..
...o que você esta me dizendo: Milhões de frases sem nenhuma cor”


Enquanto isso eu vou seguindo e seguindo
Se é que tem que ser assim eu pinto mais um quadro
Escrevo mais algumas rimas bêbadas
Meus óculos neblinados pela respiração ofegante
Desse ser que de tão próximo se ama distante
Sede vós tão perto quanto é o sol da lua
Sede vós tão distante quanto é a areia do mar
E quem sabe eu ainda tenha coragem de passar na sua rua
Quem sabe eu ainda tenha coragem de pela ultima vez
Chegar perto e dizer que quero te amar

Meus dizeres caminham no lado oposto do meu viver
Enquanto penso em me mudar
E fazer radicais alterações
Acabo por trocar a cama de lugar
Compro um novo carro
Já não tenho mais contas para pagar
Deixo a barba crescer, e altero minhas feições
Nada que mude
Nada que me diga quais as novas lições
E quais as novas lições?
Se passo o dia inteiro vendo passar tudo a minha frente
Estou tão distante do meu caminho
Tenho contado os aviões
Eu me distraiu
As vezes sem sentido tenho novas visões
E aqui estou, interagindo com belas canções
“..os meus olhos vidram ao te ver, são dois fãs um par”
E alguém me responda, onde é que tudo isso vai parar?

Quando é que tudo isso vai acabar?

Atillas Felipe Pires
02/08/2013

Passo as tardes pensando
Passo as fases tentando

Te telefonar!