Eu tô tentando largar o cigarro
Eu tô tentando remar meu barco
Eu tô tentando armar um barraco
Eu tô tentando
Não cair no buraco...
Eu tô tentando tirar o atraso
Eu tô tentando te dar um abraço
Eu tô penando
Prá driblar o fracasso
Eu tô brigando
Prá enfrentar o cagaço...
Eu tô tentando ser brasileiro
Eu tô tentando
Saber o que é isso
Eu tô tentando ficar com Deus
Eu tô tentando
Que Ele fique comigo...
Eu tô fincando meus pés no chão
Eu tô tentando ganhar um milhão
Eu tô tentando ter mais culhão
Eu tô treinando prá ser campeão...
Eu tô tentando
Ser feliz (Ser Feliz!)
Eu tô tentando
Te fazer feliz...(2x)
Eu tô tentando entrar em forma
Eu tô tentando enganar a morte
Eu tô tentando ser atuante
Eu tô tentando ser boa amante...
Eu tô tentando criar meu filho
Eu tô tentando fazer meu filme
Eu tô chutando prá marcar um gol
Eu tô vivendo de Rock'n Roll...
Eu tô tentando
Ser feliz (Ser Feliz!)
Eu tô tentando
Te fazer feliz...(4x)
quinta-feira, 26 de maio de 2011
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Uma parceria!
Onde a luz da lua, é como anestesia
O néon, o lodo, passadas alegrias, o globo
Agonia, o todo, e os outro ri, eu não sou daqui
Na real, já nem sei, se eu virei
O que abominava, quando ninguém me escutava
Se o olho brilha, igual Hatoni Hanzo
Estilo prata, deve ser banzo, tristeza mata, jão
É um dois pra virar depressão..
Nas ruas da desilusão..
Segura a onda aí meu irmão
Poeira sobe, e cega
Água desce e tras vida na terra
Onde tudo parece passado
Viver é como ser condenado
Correira, nostalgia, ruas, becos..
Onde a luz da lua é como anestesia
Terror solitário, lembranças, quem diria
Uma vida,
Varias fantasias,
Antiga vida vivida
Outra agora, vigora
O som do silêncio vem com a dor
Quem sabe, nem dor, agora
Merecemos o que temos
Em prol ou não
Vamos em frente, é por isso que sofremos
Onde a luz da lua, é como anestesia
O néon, o lodo, passadas alegrias, o globo
Agonia, o todo, e os outro ri, eu não sou daqui
Na real, já nem sei, se eu virei
O que abominava, quando ninguém me escutava
Se o olho brilha, igual Hatoni Hanzo
Estilo prata, deve ser banzo, tristeza mata, jão
É um dois pra virar depressão..
E.M.C
Atillas Felipe Pires
O néon, o lodo, passadas alegrias, o globo
Agonia, o todo, e os outro ri, eu não sou daqui
Na real, já nem sei, se eu virei
O que abominava, quando ninguém me escutava
Se o olho brilha, igual Hatoni Hanzo
Estilo prata, deve ser banzo, tristeza mata, jão
É um dois pra virar depressão..
Nas ruas da desilusão..
Segura a onda aí meu irmão
Poeira sobe, e cega
Água desce e tras vida na terra
Onde tudo parece passado
Viver é como ser condenado
Correira, nostalgia, ruas, becos..
Onde a luz da lua é como anestesia
Terror solitário, lembranças, quem diria
Uma vida,
Varias fantasias,
Antiga vida vivida
Outra agora, vigora
O som do silêncio vem com a dor
Quem sabe, nem dor, agora
Merecemos o que temos
Em prol ou não
Vamos em frente, é por isso que sofremos
Onde a luz da lua, é como anestesia
O néon, o lodo, passadas alegrias, o globo
Agonia, o todo, e os outro ri, eu não sou daqui
Na real, já nem sei, se eu virei
O que abominava, quando ninguém me escutava
Se o olho brilha, igual Hatoni Hanzo
Estilo prata, deve ser banzo, tristeza mata, jão
É um dois pra virar depressão..
E.M.C
Atillas Felipe Pires
terça-feira, 3 de maio de 2011
Alimente seu lado bom.
Uma noite um velho Cherokee contou ao seu neto sobre uma batalha que acontece dentro das pessoas. Ele disse: "Meu filho, há uma batalha feroz entre dois lobos dentro de todos nós.
Um é mau: é a raiva, a inveja, o ciúme, a ira, o arrependimento, a ganância, a arrogância, a auto-piedade, a culpa, o ressentimento, a inferioridade, o orgulho, a superioridade, a insegurança...
O outro é bom: é a alegria, a paz, o amor, a amizade, a esperança, a serenidade, a humildade, a bondade, a honestidade, a solidariedade, a generosidade, a verdade, a compaixão, a fé..."
O pequeno índio pensou naquilo por alguns minutos e perguntou ao seu avô: "Qual lobo vence?"
O velho Cherokee simplesmente respondeu: "O que você alimenta."
Alimente o amor!
domingo, 1 de maio de 2011
E agora?
Lado direito: Não sei, parece arriscado!
Lado esquerdo: Não se sabe ao certo onde mora, ou talvez, o que seja o risco, arriscar é a única saída meu caro!
Centro: Mas estou confuso, milhões de coisas passam em minha cabeça.
Lado esquerdo/direito em coro: Nós sabemos, acredite, nós sabemos
Lado direito: No entanto fugir dessa insensatez com uma solução tão vaga parece-me pouco inteligente.
Lado esquerdo: Mas a inteligência é um conceito relativo, vive-se com base em opiniões, certas ou erradas, geradoras de escolhas, nunca se sabe como seria se tivesse escolhido o outro lado, e como sabes, eu sempre sou o outro lado. Insensatez é viver de forma retrógada seguindo apenas um só lado.
Centro: Boa argumentação, continue.
Lado direito: Você não deveria dar ouvidos a essas bobagens, o certo é o que te digo, nunca ficamos na m..
Lado esquerdo: Por que nunca provou me ouvir, sem oposição, tudo parece bom.
Lado direito: Sua arrogância e estupidez te colocam no devido lugar, o lugar guardado aos esquecidos.
Lado esquerdo: Esquecidos? A escolha das minorias guarda vantagens que os tolos nunca conhecerão.
Lado direito: Eu sempre trago a melhor opção.
Lado esquerdo: Tantas melhores opções que por sempre te ouvirmos estamos aqui..
Lado esquerdo: Escute-me, o certo não é certo quando não se contrasta com algo mais, tão pouco o errado o é, nunca saberás se o certo na verdade é o errado ou o errado o certo, tudo se passa como uma locomotiva numa escolha de poucos segundos, pensamentos banhados de conceitos morais já passados, vidas vividas com a fluidez de um elefante velho, sem se provar do errado o seu certo..
Lado direito: Nunca ouvi tanta bobagem dita num só momento, a vida que temos é ótima, não há o que se falar em conceitos morais, guiamo-nos pelos nossos próprios conceitos, uma linha constante de evolução e não um campeonato de patinação nas densas lamas do fracasso.
Centro: Ei, esperem aí, quem dita as regras aqui sou eu..acaso já esqueceram-se de quem toma as decisões?
Lado esquerdo: Fracasso...
Centro: Alguém pode me dar ouvidos?
Lado esquerdo:..fracasso é viver uma vida querendo estar em outra, acordar cedo querendo ficar dormindo, ir ao trabalho quando se deseja ficar em casa, ficar em casa quando se deseja arrumar um trabalho, beber pouco, quando deseja beber muito, se preocupar com acordar amanha e esquecer de brindar a lua da noite que se apresenta no hoje, comprar um carro a prestação e não ter um real na mão, almoçar todos os dias ao lado de pessoas que odeia, mas que finge amar e admirar para ganhar uma misera promoção. Não seja tão idiota, a vida que você sustenta não é a vida que deseja ter, tudo que faz na maior parte do seu dia não é o que gostaria de fazer, e nos pequenos lapsos temporais que se desprende dessa prisão e se diverte como deveria, acaba guardando arrependimentos para o dia seguinte..vamos! Faça sua escolha! Viver? Ou fingir viver?
Lado direito: Pregas o fracasso, viver como se quer te trará doenças e adiantará sua velhice.
Lado esquerdo: Ora, caímos num campo que nos diz o seguinte: Qual a solução? Viver uma vida regrada reprimindo desejos e ao final dela chegar a conclusão que se deixou de viver, ou, viver intensamente cada instante e correr o risco de encurtá-la, porém vive-la?
Centro: Preciso de uma cerveja, agora.
Lado esquerdo: Responda-me qual a sua solução para esse paradoxo?
Lado direito: Devemos beber uma cerveja.
Lado esquerdo: Uma rendição?
Lado direito: Uma solução momentânea.
Lado esquerdo: Um pequeno, porém valido, fragmento de vida.
Centro: Gostei.
Atillas Felipe Pires
29/04/2011
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