Onde a luz da lua, é como anestesia
O néon, o lodo, passadas alegrias, o globo
Agonia, o todo, e os outro ri, eu não sou daqui
Na real, já nem sei, se eu virei
O que abominava, quando ninguém me escutava
Se o olho brilha, igual Hatoni Hanzo
Estilo prata, deve ser banzo, tristeza mata, jão
É um dois pra virar depressão..
Nas ruas da desilusão..
Segura a onda aí meu irmão
Poeira sobe, e cega
Água desce e tras vida na terra
Onde tudo parece passado
Viver é como ser condenado
Correira, nostalgia, ruas, becos..
Onde a luz da lua é como anestesia
Terror solitário, lembranças, quem diria
Uma vida,
Varias fantasias,
Antiga vida vivida
Outra agora, vigora
O som do silêncio vem com a dor
Quem sabe, nem dor, agora
Merecemos o que temos
Em prol ou não
Vamos em frente, é por isso que sofremos
Onde a luz da lua, é como anestesia
O néon, o lodo, passadas alegrias, o globo
Agonia, o todo, e os outro ri, eu não sou daqui
Na real, já nem sei, se eu virei
O que abominava, quando ninguém me escutava
Se o olho brilha, igual Hatoni Hanzo
Estilo prata, deve ser banzo, tristeza mata, jão
É um dois pra virar depressão..
E.M.C
Atillas Felipe Pires
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