Acalme seu coração little girl
Respire fundo e proteja-se da chuva
Acalme seu coração little girl
Não é fácil e nunca será
Mas em alguns momentos temos que deixar a onda levar
Se preocupar apenas com quantos copos já bebeu
Deixar de lado se você deve ou não amar
Acalme seu coração little girl
Você nunca estará sozinha
Enquanto estivermos aqui
Eu prometo que nada lhe acontecerá garotinha
Se o mar vem cada dia mais forte
E as ondas te acertam em cheio
Não se deixe abalar
Respire fundo, prenda sua respiração com o que há de bom
E aprenda a boiar
Feche seus punhos e morda esse lábio inferior
Você é forte e tudo irá passar
Trabalhe seu equilibrio e fortaleça seu interior
Seu peito é de aço
E você alcançara o que quiser seja o que for
Agora levanta e anda
Estique esses braços
E saia do lugar
Com suor
Sem dor
Acalme seu coração little girl
Pinte um quadro com as cores que sobraram
E descubra uma nova arte
Descubra sua nova parte
E saiba que ela também faz parte
Um novo filme velho
Um livro amarelo
Um vinil que ainda não ouviu
A porta esta aberta
Desamarre suas asas que há tanto estão fechadas
Voe little girl vem dançar com as estrelas
O medo força as amarras o salto te liberta
A porta esta aberta
Descubra em cada nova curva do caminho
Um novo envolvimento na próxima esquina
No fim de tudo
Nunca estamos sozinho
Acalme seu coração little girl
Desprenda-se do chão e flutue sem destino como uma pena ao vento
Manipule sua personalidade
Vá da balada ao convento
Sem regras
Vida
Viva
Seja
Alma
Viva
Não
Alma
Ferida
Atillas Felipe Pires
28/11/2014
sexta-feira, 28 de novembro de 2014
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
Dont try
Dont try do it
Levanta e vai
Não pense que não vai dar
Só assim vai dar
Dont try do it
Não deixe que a incerteza do que é ou não possível
Sufoque os ideais
Desenterre suas vontades que ficaram para trás
Todos os planos que não foram realizados
Que ficaram para depois
Levanta e faz
Vista seu mais belo vestido e vem dançar
Não se trata de tentar
Levanta e faz
Retome todos os planos que foram consumidos pela falta de vontade
Todos os desejos escondidos na conta bancária em baixa
Tudo que deixou de ser feito por que estava frio, ou muito sol
As cores do quadro que não foi pintado
Ou os lugares que não se frequentou quando não se tinha idade
Volte atrás
Levanta e faz
Troque os móveis de lugar
Pinte a parede do quarto de cores diferente
Desalinhe seus livros
Empilhe seus dvds
Faça parte do grupo dos seres vivos
Não dos empalados eternamente nas curvas da rotina
A hipocrisia que só de pensar
Lacrimeja minha retina
Levanta e faz
A impulsão tem que ser pra frente
Sua perna é feita para andar
Levanta e vai
Não se trata de tentar
Atillas Felipe Pires
21/11/2014
Levanta e vai
Não pense que não vai dar
Só assim vai dar
Dont try do it
Não deixe que a incerteza do que é ou não possível
Sufoque os ideais
Desenterre suas vontades que ficaram para trás
Todos os planos que não foram realizados
Que ficaram para depois
Levanta e faz
Vista seu mais belo vestido e vem dançar
Não se trata de tentar
Levanta e faz
Retome todos os planos que foram consumidos pela falta de vontade
Todos os desejos escondidos na conta bancária em baixa
Tudo que deixou de ser feito por que estava frio, ou muito sol
As cores do quadro que não foi pintado
Ou os lugares que não se frequentou quando não se tinha idade
Volte atrás
Levanta e faz
Troque os móveis de lugar
Pinte a parede do quarto de cores diferente
Desalinhe seus livros
Empilhe seus dvds
Faça parte do grupo dos seres vivos
Não dos empalados eternamente nas curvas da rotina
A hipocrisia que só de pensar
Lacrimeja minha retina
Levanta e faz
A impulsão tem que ser pra frente
Sua perna é feita para andar
Levanta e vai
Não se trata de tentar
Atillas Felipe Pires
21/11/2014
Ritmo Mohamed Ali
Você nunca andou no parapeito de um pontilhão
Nunca sentiu vontade de voar sem cair no chão
Você jamais teve coragem de embriagar-se de pensamento
A doce e dolorosa ilusão de acreditar que a vida é bem mais que um tiro curto
Um sussurro rápido
Um grito de lamento
A trilha sonora do seu filme favorito tocando, enquanto se é surdo
Noites cálidas e terríveis sensações de ação falha
Um corte profundo nessa carne
Tanto faz ou tanto fez
O que importa é ser o cara da navalha
O que importa é ser sempre o cara da vez ( o cara que fez)
E as faixas brancas desse asfalto escuro nunca terminam
Sempre iguais, sempre rápidas
Você nunca as percebeu por que sempre estão ali
Por isso a presença não deve ser constante
Hoje acordei com síndrome pugilista e vim para bater
No ritmo Mohamed Ali
Decisões precisas e repetidas
Hoje nem preciso mais escrever
É só sentar e assistir
Toda essa magoa pelas paredes descer
Daqui pra frente é assim que vai ser
Enquanto todos buscam encontrar uma razão
Eu só quero um pouco mais de bares 24h
Sou viajante de balcão
Levo comigo quase sempre as sujeiras dos lugares que frequento
Sem lamento
Sem sofrimento
Enquanto ali na esquina vejo pessoas tentarem entender o que não foi feito pra entender
Minha compreensão é limitada
Eu só quero mais uma pitada
E que dure bem mais esse ultimo trago
Ir sempre na contra-mão de qualquer tipo de sentimento
Até que chegue o meu momento
Liberdade antes que tardia
Escrevo em letras de mão nesse espelho imundo
Enquanto contemplo essa minha face arredia
E nas trilhas desse dia que nunca termina
Desenhei minha melhor forma
Desenhei minha vida como sempre sonhei
Desde então nunca me arrependi
E nunca irei
Eu não acertei
Eu não errei
Por que não existe certo ou errado
As coisas são o que são
No final estamos todos ferrados
E o término brindará um copo quebrado no chão
O cenário ideal para mais uma experiência sem igual
Ou tudo igual
Quebraram-se as amarras do meu varal
E até que chegue o que tem que chegar
Vou desbravando esse caminho virgem
Com minhas armas sempre a mão
E a cada nova luz que se apresenta
Sinto brilhar o castanho claro dos meus olhos
Como faz um filme, uma nova canção
O que me cativa pelo riso
Pelo riso que se mostra em meu rosto
Não no oposto
Atillas Felipe Pires
25/11/2014
Nunca sentiu vontade de voar sem cair no chão
Você jamais teve coragem de embriagar-se de pensamento
A doce e dolorosa ilusão de acreditar que a vida é bem mais que um tiro curto
Um sussurro rápido
Um grito de lamento
A trilha sonora do seu filme favorito tocando, enquanto se é surdo
Noites cálidas e terríveis sensações de ação falha
Um corte profundo nessa carne
Tanto faz ou tanto fez
O que importa é ser o cara da navalha
O que importa é ser sempre o cara da vez ( o cara que fez)
E as faixas brancas desse asfalto escuro nunca terminam
Sempre iguais, sempre rápidas
Você nunca as percebeu por que sempre estão ali
Por isso a presença não deve ser constante
Hoje acordei com síndrome pugilista e vim para bater
No ritmo Mohamed Ali
Decisões precisas e repetidas
Hoje nem preciso mais escrever
É só sentar e assistir
Toda essa magoa pelas paredes descer
Daqui pra frente é assim que vai ser
Enquanto todos buscam encontrar uma razão
Eu só quero um pouco mais de bares 24h
Sou viajante de balcão
Levo comigo quase sempre as sujeiras dos lugares que frequento
Sem lamento
Sem sofrimento
Enquanto ali na esquina vejo pessoas tentarem entender o que não foi feito pra entender
Minha compreensão é limitada
Eu só quero mais uma pitada
E que dure bem mais esse ultimo trago
Ir sempre na contra-mão de qualquer tipo de sentimento
Até que chegue o meu momento
Liberdade antes que tardia
Escrevo em letras de mão nesse espelho imundo
Enquanto contemplo essa minha face arredia
E nas trilhas desse dia que nunca termina
Desenhei minha melhor forma
Desenhei minha vida como sempre sonhei
Desde então nunca me arrependi
E nunca irei
Eu não acertei
Eu não errei
Por que não existe certo ou errado
As coisas são o que são
No final estamos todos ferrados
E o término brindará um copo quebrado no chão
O cenário ideal para mais uma experiência sem igual
Ou tudo igual
Quebraram-se as amarras do meu varal
E até que chegue o que tem que chegar
Vou desbravando esse caminho virgem
Com minhas armas sempre a mão
E a cada nova luz que se apresenta
Sinto brilhar o castanho claro dos meus olhos
Como faz um filme, uma nova canção
O que me cativa pelo riso
Pelo riso que se mostra em meu rosto
Não no oposto
Atillas Felipe Pires
25/11/2014
terça-feira, 18 de novembro de 2014
Rio de Janeiro
Morena linda, morena bela
Nela trás consigo tudo que é belo, tudo que eu quero
Morena do Rio
Morena que do nada sorrio
Minha moça mais linda, praia e sol, seu nome é Ana a Bela
Morena linda, morena bela
Que na subida do morro faz parar toda a favela
É quem eu quero é quem eu amo
Vem pra cá, Morena Bela
Malandro que é malandro não paga de mané
Chapéu de lado, sobe no jeito, não perde o rebolado
Não esquece o ponto certo, não desajeita o samba no pé
Anda só no passo devagarinho sem muita pressa
Camisa da seleção, alô alô time canarinho
Jamais se estressa
No peito o brasão rubro-negro na tatuagem gritante
O Maracanã sempre lotado
Oxalá sempre na estante
Só no sapatinho quem tem fé sabe o que quer
E no Rio tem mais de uma
Tem a capela, tem o terreiro, eu tenho a fé de um guerreiro
Eu tenho ali, logo na esquina
O samba maroto, eu sou Salgueiro
Quem não gosta não conhece
Quem conhece e não gosta não sabe do que gosta e nem conhece
O pulsar desse coração bate no som desse pandeiro
Pode vir que a roda não tem preconceito
Vem o negro, vem mulata, vem padre, vem boleiro
Tem o gari, tem a sambista, tem seu José, Dona Maria
Tem o advogado, Amarildo, tem Pedro Paulo, tem pedreiro
E nas cores dessa escada vou subir sem desistir
Eis aqui minha homenagem
Para o Rio meu belo Rio
Nunca mais só pela televisão vou te assistir
Atillas Felipe Pires
18/11/2014
Nela trás consigo tudo que é belo, tudo que eu quero
Morena do Rio
Morena que do nada sorrio
Minha moça mais linda, praia e sol, seu nome é Ana a Bela
Morena linda, morena bela
Que na subida do morro faz parar toda a favela
É quem eu quero é quem eu amo
Vem pra cá, Morena Bela
Malandro que é malandro não paga de mané
Chapéu de lado, sobe no jeito, não perde o rebolado
Não esquece o ponto certo, não desajeita o samba no pé
Anda só no passo devagarinho sem muita pressa
Camisa da seleção, alô alô time canarinho
Jamais se estressa
No peito o brasão rubro-negro na tatuagem gritante
O Maracanã sempre lotado
Oxalá sempre na estante
Só no sapatinho quem tem fé sabe o que quer
E no Rio tem mais de uma
Tem a capela, tem o terreiro, eu tenho a fé de um guerreiro
Eu tenho ali, logo na esquina
O samba maroto, eu sou Salgueiro
Quem não gosta não conhece
Quem conhece e não gosta não sabe do que gosta e nem conhece
O pulsar desse coração bate no som desse pandeiro
Pode vir que a roda não tem preconceito
Vem o negro, vem mulata, vem padre, vem boleiro
Tem o gari, tem a sambista, tem seu José, Dona Maria
Tem o advogado, Amarildo, tem Pedro Paulo, tem pedreiro
E nas cores dessa escada vou subir sem desistir
Eis aqui minha homenagem
Para o Rio meu belo Rio
Nunca mais só pela televisão vou te assistir
Atillas Felipe Pires
18/11/2014
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
Seção Menina Mulher - Primeiro ato: Aquele Sorriso
"Quando vejo aquele sorriso eu perco o chão
Fico flutuando..
Quando vejo aquele sorriso tenho a sensação de que tudo dará certo
Enquanto aquele sorriso continuar sorrindo para mim - MSG"
Fico flutuando..
Quando vejo aquele sorriso tenho a sensação de que tudo dará certo
Enquanto aquele sorriso continuar sorrindo para mim - MSG"
quarta-feira, 24 de setembro de 2014
Rua de ouro..caminho lameado
Quem dera ter a vida que se teve no passado
Quem dera ter a vida que se busca no futuro
E lembrar que entre o ontem e o amanha
O tempo nos é dado de presente
Entre o céu e o inferno de cada dia
E a som que me cerca não produz em mim nenhuma poesia
Enquanto as cinzas da rotina cinza me cobre em pó pesado
Sinto o peso do mundo em meu eu poético
E esqueço totalmente dos objetivos da arte que me foi dada
Sinto o pulsar da bomba atômica bater em meu peito
A convivência entre prédios e asfaltos, a subalterna alegria
Distante da que originalmente me foi dada
Meus desenhos mal-traçados pelo tempo que se esgota rápido
Minhas falsas melodias em assobios até a próxima porta automática
Minha tatuagem que não foi feita
E meu estilo pragmático de levar meus relacionamentos ao fim já inicialmente programado
Enquanto me desvencilho da máscara de menino bom
De menino bem amado
Meu ar demoníaco que te alcança como som de trombetas angelicais
Corações conquistados em rebeliões sentimentais
Nada menos, nada mais
Para todas que chegam e que vão, um fim que se reproduz num uníssono "tanto faz"
Um exército formado pelos mesmo motivos
Igualitárias desconhecidas
Sentimentais absolvidas para o purgatório que eu mesmo criei
E meu castelo no lado norte, o lado mais quente da parte de baixo
Já esta quase completo, idêntico ao que imaginei
Entre os falsetes melodramáticos do meu tom convincente
Não me toco no meu próprio ser interior
Minha arte que me pede um pouco mais de exposição
Que roga pela vida que só eu posso lhe dar
Todos os papéis em branco que cercam minha mente
Uma mera ideia que deixei passar, a falta de regar a semente
Enquanto isso é só seguir sem pensar
E quem poderá dizer onde essa estrada sinuosa vai me levar
Na vala comum dos empalados na curva da rotina?
No distorcido universo paralelo dos artistas incompreendidos?
Uma estrela, um pop-star
Ou a tristeza fria dos degraus da igreja que me levaram ao altar
Proferir promessas mentirosas para toda a vida
Não lavar e não remediar, apenas tapar a ferida
Ter uma vida comum
Ir a piknicks numa tarde de domingo
Chorar num filme triste
Comemorar sete de setembro
Ir ao parque brincar com os pombos, jogar alpiste
Sinceramente eu acho que não foi para isso que o homem veio ao mundo
Não ao mundo que venero
A mesa suja de um bar com letreiro piscante falhando
Ou o som da vitrola chiado no fim do vinil
Apenas mais um jovem viril
Que esteve deste e do outro lado
Santo e safado
Rua de ouro e caminho lameado
E pra onde vou de onde venho
Minha rua é a mesma
Meu paradeiro nunca muda
Minha ideia é muda
Atillas Felipe Pires
24/09/2014
Quem dera ter a vida que se busca no futuro
E lembrar que entre o ontem e o amanha
O tempo nos é dado de presente
Entre o céu e o inferno de cada dia
E a som que me cerca não produz em mim nenhuma poesia
Enquanto as cinzas da rotina cinza me cobre em pó pesado
Sinto o peso do mundo em meu eu poético
E esqueço totalmente dos objetivos da arte que me foi dada
Sinto o pulsar da bomba atômica bater em meu peito
A convivência entre prédios e asfaltos, a subalterna alegria
Distante da que originalmente me foi dada
Meus desenhos mal-traçados pelo tempo que se esgota rápido
Minhas falsas melodias em assobios até a próxima porta automática
Minha tatuagem que não foi feita
E meu estilo pragmático de levar meus relacionamentos ao fim já inicialmente programado
Enquanto me desvencilho da máscara de menino bom
De menino bem amado
Meu ar demoníaco que te alcança como som de trombetas angelicais
Corações conquistados em rebeliões sentimentais
Nada menos, nada mais
Para todas que chegam e que vão, um fim que se reproduz num uníssono "tanto faz"
Um exército formado pelos mesmo motivos
Igualitárias desconhecidas
Sentimentais absolvidas para o purgatório que eu mesmo criei
E meu castelo no lado norte, o lado mais quente da parte de baixo
Já esta quase completo, idêntico ao que imaginei
Entre os falsetes melodramáticos do meu tom convincente
Não me toco no meu próprio ser interior
Minha arte que me pede um pouco mais de exposição
Que roga pela vida que só eu posso lhe dar
Todos os papéis em branco que cercam minha mente
Uma mera ideia que deixei passar, a falta de regar a semente
Enquanto isso é só seguir sem pensar
E quem poderá dizer onde essa estrada sinuosa vai me levar
Na vala comum dos empalados na curva da rotina?
No distorcido universo paralelo dos artistas incompreendidos?
Uma estrela, um pop-star
Ou a tristeza fria dos degraus da igreja que me levaram ao altar
Proferir promessas mentirosas para toda a vida
Não lavar e não remediar, apenas tapar a ferida
Ter uma vida comum
Ir a piknicks numa tarde de domingo
Chorar num filme triste
Comemorar sete de setembro
Ir ao parque brincar com os pombos, jogar alpiste
Sinceramente eu acho que não foi para isso que o homem veio ao mundo
Não ao mundo que venero
A mesa suja de um bar com letreiro piscante falhando
Ou o som da vitrola chiado no fim do vinil
Apenas mais um jovem viril
Que esteve deste e do outro lado
Santo e safado
Rua de ouro e caminho lameado
E pra onde vou de onde venho
Minha rua é a mesma
Meu paradeiro nunca muda
Minha ideia é muda
Atillas Felipe Pires
24/09/2014
sexta-feira, 5 de setembro de 2014
Carros velhos também contam histórias
Violino nas costas e um maço de cigarro pelo meio
Uma highway inter-estadual com um carro quebrado
Sentado no capô, sem medo e sem dor
Sentido o cheiro da fumaça que sai do motor
Até que me agrada
O sol e a estrada
Dando graças pela bateria que não pifou
Escutando o som com o ruído chiado da minha fita preferida
Vai e volta, Bob Dylan entre a morte e a vida
Meu jeans batido e rasgado na barra esquerda
E toda essa minha fala que remexe meu passado
Mas uma história de idas e vindas, mas uma viagem com poucos trocados
Com minhas botas velhas e meus cadarços desamarrados
E na bolsa levo comigo minha alma solitária
Meus amuletos sem sorte e minhas pulseiras de nó eterno
Enquanto agradeço pelo sol e pelo dia
Pelo calor interno que em mim se fez cada dia mais fraterno
Minhas respiração sadia
Eu levo comigo uma porção de magia num saco embalado
E quando reviro meus olhos não há ninguém ao lado
Mas nunca estou sozinho
Eu ando comigo e sou a melhor companhia que poderia ter
Sou minha principal fonte de prazer
Sou minha principal fonte de prazer
E assim vou vivendo, flutuando como quem não tem raízes
Alcançando o céu e tocando as estrelas sem me desprender do chão
Afogando sem pensar as mágoas do coração
E conhecendo quase sempre uma nova canção
Que fale de coisas da vida
De mim e te ti
De um cara tão sentimental
No domingo de sol, minhas roupas no varal
Cada dia num lugar
E vou como uma pena, seguindo o sentido do vento
Vou pra onde a vida me levar
Atillas Felipe Pires
05/09/2014
Uma highway inter-estadual com um carro quebrado
Sentado no capô, sem medo e sem dor
Sentido o cheiro da fumaça que sai do motor
Até que me agrada
O sol e a estrada
Dando graças pela bateria que não pifou
Escutando o som com o ruído chiado da minha fita preferida
Vai e volta, Bob Dylan entre a morte e a vida
Meu jeans batido e rasgado na barra esquerda
E toda essa minha fala que remexe meu passado
Mas uma história de idas e vindas, mas uma viagem com poucos trocados
Com minhas botas velhas e meus cadarços desamarrados
E na bolsa levo comigo minha alma solitária
Meus amuletos sem sorte e minhas pulseiras de nó eterno
Enquanto agradeço pelo sol e pelo dia
Pelo calor interno que em mim se fez cada dia mais fraterno
Minhas respiração sadia
Eu levo comigo uma porção de magia num saco embalado
E quando reviro meus olhos não há ninguém ao lado
Mas nunca estou sozinho
Eu ando comigo e sou a melhor companhia que poderia ter
Sou minha principal fonte de prazer
Sou minha principal fonte de prazer
E assim vou vivendo, flutuando como quem não tem raízes
Alcançando o céu e tocando as estrelas sem me desprender do chão
Afogando sem pensar as mágoas do coração
E conhecendo quase sempre uma nova canção
Que fale de coisas da vida
De mim e te ti
De um cara tão sentimental
No domingo de sol, minhas roupas no varal
Cada dia num lugar
E vou como uma pena, seguindo o sentido do vento
Vou pra onde a vida me levar
Atillas Felipe Pires
05/09/2014
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