quarta-feira, 13 de março de 2013
Mente, quente, clama, fisica - mente
Não pergunte como estou
Se não for pra ficar e me fazer feliz
Não quero seu beijo passageiro
Não, essa noite eu não vou
Não quero nada apenas por um triz
Não me queira bem fisicamente
Enquanto minha alma clama
Por algo um pouco mais quente
Alguma coisa que encante a minha mente
Não me queira por perto
Se não for pra ficar, pelo menos essa noite
Com o coração de verdade feito de pedra
Vem e dessa vez vê se fica
Eu quero antes de dormir, ouvir um boa noite
Eu quero um abraço forte sentir
Não estou tão bem assim
Ando por aí fingindo comigo mesmo
Mais no espelho vejo um reflexo retorcido
"Páre de beber querido"
Mais já não tenho um cérebro tão bom
Hoje se mostra um pouco mais irigecído
Não me queira bem fisicamente
Enquanto minha alma clama
Por algo um pouco mais quente
Alguma coisa que encante a minha mente
Não me queira por perto
Se não for pra ficar, pelo menos essa noite
Com o coração de verdade feito de pedra
Vem e dessa vez vê se fica
Eu quero antes de dormir, ouvir um boa noite
E um abraço forte
Vem e me diga quanto tempo ainda temos aqui
Se é assim, vem comigo vem assim
Tão bonita
Me redesenho e vejo meu retrato no prato mal lavado
E eu tenho medo..
Medo do desejo, medo de sentir medo
Eu não sou mais como antigamente
Sinto que de repente, algo estranho
Invadiu minha mente
E assim seja
Chega perto, fala que me ama
Sinceramente, não vem e mente
Mas sinta minha mente
Venha, quem se entrega sempre sente
Eu não quero mais sentar na minha janela
E ficar parado admirado a observar
E ver a noite fria com estrelas distantes no céu
Eu quero chegar bem perto
Flutuar no seu véu
E uma estrela ir buscar
Não quero olhar
Eu quero tocar
Não quero chorar
Eu quero sonhar
Não quero algo que vai passar
Eu quero o que vem pra ficar
Eu queria conseguir escrever e sair correndo desse lugar
Queria te encontrar
Você que eu ainda não conheço
Que pode estar ali ou aqui
Ou que talvez esteja aqui comigo nesse momento
Me vendo do avesso
Eu mesmo, quem sabe, quem vai saber
Eu queria poder escrever e correr
Tem na mente nada que me leve a frente
Nem para trás
Nada, apenas nada, que seja assim e tanto faz
Era agosto, num tempo de vento
Eu ouvia do outro lado uma voz que causa lamento
Era tempo de nuvens e combinava com o momento
Um sussurro falso que diria muito mais
Do que aquela simples fala pragmática mascarada
Mascarada de sentimentos, que ultrapassaram e se mostraram
Flagelos e tormentos
Mas quem iria adivinhar no que aquilo iria dar
Era agosto, num tempo de vento
Eu ouvia do outro lado uma voz que causa lamento
Não me queira bem fisicamente
Enquanto minha alma clama
Por algo um pouco mais quente
Alguma coisa que encante a minha mente
Atillas Felipe Pires
13/03/2013
terça-feira, 12 de março de 2013
domingo, 10 de março de 2013
Eu não sei dizer como foi acontecer
Mais te vi ali parada, não consegui nem pensar
...só se fosse num jeito, de te conquistar
Um jeito de chegar e dizer:
Eu quero você!
Meu coração sem nexo
Te escolheu de um forma complexa
E eu fiquei pensando num pretexto
De chegar, de te beijar..te falar:
Como é incrivel a briga do sexo
Menina linda eu quero só você
De amor relâmpago, meu interior
Maluco, ficou perplexo
sábado, 9 de março de 2013
sexta-feira, 8 de março de 2013
E esse preconceito mascarado que nos cerca, me faz ver a cada dia que o ser humano é idiota por natureza. Não precisa ser contra negro, não precisa ser contra gays, preconceito também é impedir um "suposto" morador de rua entrar num restaurante para "comprar" um refrigerante. Vê-lo falar repetidas vezes "eu tenho dinheiro, não vou pedir" foi de fato..angústiante. Pois é La Tabua, não volto mais.
X
quinta-feira, 7 de março de 2013
Quem consegue dizer quem eu sou?
Quem é que me conhece a esse ponto
Eu sou luz no escuro
Sou sombra no claro
Quando todos voltam, eu vou
Sou sempre o contra-ponto
O cara rígido o cara claro
Posso te cativar, te amar, te ajudar
Posso te odiar nunca mais te beijar
Te sub-julgar, te maltratar
Sento na areia e fico parado
Pensando em tudo isso
Olhando para o mar
Eu te amo, eu sempre vou te amar
Confusão artistica, malabarismo "rimático"
O limbo até que tem vantagens
As vezes me mostra que não sou tão matemático
Ou prático, malandro anônimo
Vá com calma meu amigo Charles
Lindo simpático, cachorro, ponderado
....não sou nada nem ninguém
Eu so fruto de uma mente trabalhando
Num ritmo maluco
Sem inspiração, sem amor, sem paixão
Sem lógica, sem coração
Ouvindo e lamentando
Uma lenda, uma canção
"..a gente passa a entender melhor a vida quando encontra o verdadeiro amor"
Paz Chorão
E assim eu vou.
Atillas Felipe Pires
07/03/2013
Nem pára pra pensar
Você não vai me entender
O meu jeito de amar, esse meu jeito de ser
Nem pára pra pensar
Você não vai conseguir
Meu amor você vai enlouquecer
Não perde tempo vem pra cá
Me abraça e me beija
Não vai ser assim pra sempre
Mas eu te conforto no meu peito
Você finge que não, você finge não me ver
Mais sempre me procura não tem jeito
Eu sou bonito, sou sincero, sou maloqueiro cheiroso
Tenho um beijo pra lembrar, é o que vai ficar
Tenho mente rápida e um abraço caloroso
Sou metido na medida
Dou beijo no pescoço
As vezes até te vejo no meu pensamento
Esse seu cabelo loiro até que me fascina
Mas nao vá se confundir isso não é envolvimento
Mas vem mais perto
Pra minha alma, você é um acalento
Vem comigo vem, não perde tempo meu bem
Vamos viver esse momento
Vamos beber, sair, cantar
O outro dia é outro dia
Deixa pra lá
Outro dia é outro dia
Pra quem pensar.
Atillas Felipe Pires
07/03/2013
quarta-feira, 6 de março de 2013
Notinha
Atillas Felipe Pires
06/03/2013
LIVRE COM VOCÊ
Vamos girar, girar
Até o dia clarear
A vida é muito curta, não vou parar
Aumenta o som da camionete poe no 12 sem ter dó
Toca um Tião Carreiro um Chitãozinho e Xororó
Sou metade santo, outra metade malandragem
Estiloso na fazenda e selvagem na cidade
Esse é meu jeito e ninguem consegue me mudar
Acordo em um canto e vou dormir em outro lugar
Livre, é o meu jeito de ser, nasci fui criado desse jeito
Meio louco imperfeito, não queira entender
Livre, é o meu jeito de amar, eu quero ser a sua liberdade
Seu segredo mais selvagem, quem te faz sonhar.
Vamos girar, girar,
Abra as asas pra voar
Não existem limites, vem se entregar
Eu acelero na balada, e no meu rancho encontro a paz
Não perco tempo pra dormir, eu quero é mais
Desligo o celular e ouço a voz do coração
Eu quero ouvir mais sim e menos não
Esse é meu jeito e ninguem consegue me mudar,
Acordo em um canto e vou dormir em outro lugar.
FES -
segunda-feira, 4 de março de 2013
E o que conseguimos ver do alto
Quando nos permitimos flutuar
Ser léve como uma pena
E com as estrelas ir dançar?
E ver que cada uma delas pode ser um momento
Um brilhante momento bom da nossa vida
Que nunca se foi
Lembranças boas que não merecem ser esquecidas
Todas as noites antes de dormir essas estralas brilham
Brilham no teto de faz de conta da minha beliche
E eles diziam: a eternidade não se mede pela idade
Para cada estrela que conquistei e cativei
Um belo sonho eu já sonhei
E que meus momentos se tornem infinitos
Como o céu e seu adorno simbólico
Brilha, bem forte e me ilumina, belas estrelas que pesquei
Com meu jeito jovem, rebelde, rasgado, politico amassado
As estrelas da minha vida
Me fizeram ver o quanto há brilho no inicio, no meio e até mesmo na partida
Quando deixa de ser mal compreeendida
E aceita, se tampa a ferida
Estrela mais linda, com charuto de otário
Eu vejo sem pensar
E me mostro um salafrario
Algo a dizer? Sim
Estrela que tem um brilho sem fronteira
Brilho eterno, brilho sem fim
Mas quando deixo de flutuar como uma pena
Sinto novamente o gosto da poeira
E tudo volta a ser como era
Ou foi, ou vai, que seja, quem vai
Olha lá
Quem poderia adivinhar
No mesmo lugar, no mesmo altar do sacrificio do romance
Ali esta, no mesmo lugar, quem poderia adivinhar
Que assim, sem mais nem menos o tempo ia curar
Assim sem mais nem menos o tempo ia passar
E assim devagar, se foi
Já passou.
Atillas Felipe Pires
04/03/2013
domingo, 3 de março de 2013
Eu sou de Moscow
Foi num canto escuro da cidade
Ruas com putas sem salário
Foi num beco sujo e bar cinzento
Que eu ouvi a poesia daquele velho
Daquele velho rabujento
Velho de pouca idade
Barba amarela
Fala simbólica com simplicidade
Era agosto e ventava
E ali parado ele tragava
Aquela fumaça branca
E eu dizia: Você me fascina
Você me fascina
O mundo me domina
Ele tinha olhos castanhos, péle branca
Parecia ter vindo do Brasil
Mesmo assim ele dizia:
Eu vivo em Moscow
Essa é minha fala mais franca
Eu vivo em Moscow
E parece que nada mudou, que nada mudou
O velho marinheiro de Moscow
Que estava longe do mar
Vivia de contar história, num beco mal falado
E morava num bar
Ele teve muitos amores, muitas flores
Teve alegrias, fantasias, teve afago
Ele teve muitas dores e sofreu amargos sabores
E eu dizia: você me fascina
O mundo me domina
E ali parado ele falava com o espelho
E dizia a si mesmo: você me fascina
Venerava a sua imagem
E lhe contava histórias antigas ou qualquer bobagem
Drogas, bebidas, sexo, amor, vagina
O velho marinheiro era dono de um bar
Mas fazia anos que nao via ninguém entrar
E parado ele dizia: eu sou de Moscow
E nada mudou
Eu sou de Moscow
E nada mudou
E repetia a si mesmo no espelho
Você me fascina
Você me fascina
E o mundo me domina
Eu sou de Moscow
Eu sou de Moscow.
Atillas Felipe Pires
04/03/2013
