quarta-feira, 15 de maio de 2013
Não é nada não, é de pericê!
O vento bate, sua alma chora, a lua vem o coração devora
O dia surge, o sol forte nasce
Sua alma clama, chegou sua hora
Parara Papa, parara pa pa
Vem pra cá mulambo, compre mais um doce
Se é assim que é, maluco mané
Veja o dia quente, esse som fervente, e não caí no front
Veja só você, é de pericê, como pode ser
É pagar pra vê
Eu sou mais um doido, que não sabe nada
Não entende nada
Mas não para na estrada
Veja só você, como tem que ser, é pagar pra vê
É pagar pra vê
Paraaaa papa, parara pa pa
Menino doido foge, parece correr
Mas eu vou dizer, eu nem quero ver
Se assim que é, quero sair do nada
Quero correr a pé
Vejo longe ser, essa doida men
Que surge do nada vem me convencer
Parara papa para pa pa
E o dia segue, já raiou de novo
E aqui se vai, mais um segundo
Perdido sem tempo
Nesse louco tempo, sem sentido claro
Esse envolvimento
O que pode ser, o que deve ser
Sinceramente, veja só você
Não é nada não
É de pericê
E não sei dizer, o que deve ser!
Atillas Felipe Pires
14/05/2013
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