quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Vida segue no bairro triste
Desse sólo refrão em baião
Ele vive artisticamente
Tem na mente um violão

Escuta no silêncio as dicas
Das palavras fascinantes
Pensamento de um fantasma
Desenhando histórias trágicas

E então redescubrindo
O motivo desse tom
É bonito, as vezes fino
Fantástico rimatico
Desenhando histórias ricas

Baseou-se no começo
Cobiçou assim o fim
Ela viu passando rápido
E falou isso pra mim
Eu desenho histórias rapidas

Intenso ser movente
Tem no corpo a péle mágica
Minha mente nunca mente
Ele vive da arte que inexiste
Desenhando histórias paradas

Essa sorte que acompanha
Quem escreve sua campanha
Nesse mundo em dimensões
Se desenha traços em passos
E eu desenho histórias apáticas

Flutuar como um pena
E ir dançar com as estrelas
Ver de longe e sentir pena
Aqui na terra das estrelas
Ter na mente um pouco mais
Eu desenho histórias lindas

Faço do desejo a proxima vinda
Do amor que esta por vir
Eu repense e reconquisto
Vitíma do amor preceitos
E o começo estar perto de mim
Trazendo consigo o inevitável fim.

Atillas Felipe Pires
10/01/13

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