Qual meu centro geodésico?
O que bate forte na alma quando sinto seu sorriso com calma
E as palavras que raramente sei dizer
Que quando me vem o sabor tétrico
Um muro de Berlim se faz em mim
Onde a razão se antagoniza ao coração
E meu corpo se recompõem lépido
Com as analogias que me camuflam da verdade nua
Quando no fundo o que quero dizer
É que você brilha em meus olhos como a lua
Dessa luz tão presente, seguem os presentes
É coisa nossa
Desse sono que te toma
Sem reparar me pego olhando seus olhos de repente
O reflexo solar
Deixando no castanho claro a sombra dos seus cílios
Que me invadem como dois rios
Esse mundo esta mesmo invertido
A coincidência do sentido
“eaí dormiu comigo?”
Dessa vez não, um toque simples no coração
Sem aviso, no segundo encontro
Onde eu te encontro?
Aprendi que nessa vida
As coisas acontecem sem tapete de boa vinda
Um impacto seco e sem aviso
Por favor
Venha, venha sim
Venha comigo
E não deixa de trazer seu sorriso
Atillas Felipe Pires
10/10/2016
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